Ficha de História A — Portugal no Novo Quadro Internacional (12.º Ano)
Ficha de História A para o 12.º ano sobre Portugal depois de 1986: as quatro dimensões da política externa (europeia, atlântica, lusófona e ibero-americana), o mercado único, o euro, os fundos estruturais, as presidências da UE, a CPLP, o apoio a Timor-Leste e a crise de 2011-2014 com o programa da troika. 8 exercícios com soluções completas, quadro «Se erraste, revê» e cronologia essencial.
O que inclui esta ficha
- Revisão rápida: as quatro dimensões, o que a Europa trouxe e a exposição à globalização
- Exercício 1: completar datas-chave (1986, 1993, 1996, 1999, 2011)
- Exercício 2: verdadeiro ou falso sobre NATO, euro, fundos, CPLP e troika
- Exercício 3: classificar elementos pelas dimensões da política externa (E/A/L/I)
- Exercício 4: escolha múltipla sobre presidências da UE, troika, Timor-Leste e Tratado de Lisboa
- Exercício 5: tabela — interesse e risco de cada dimensão
- Exercício 6: interpretação de uma paráfrase de discurso oficial sobre multipertenga (2007)
- Exercício 7: desenvolvimento escrito — efeitos da integração europeia entre 1986 e 2014
- Exercício 8: síntese — a crise de 2011-2014 e o modelo de desenvolvimento
Competências que desenvolve: caracterizar uma política externa multidimensional, avaliar ganhos e custos de uma integração económica, interpretar fontes oficiais, relacionar crise externa e estrutura interna e argumentar com balanços fundamentados.
Conteúdo programático: cobre os descritores sobre Portugal no novo quadro internacional — integração europeia, dimensão atlântica, relações lusófonas e ibero-americanas, globalização e crise — e encerra a sequência de fichas do organizador 2 sobre o Portugal democrático.
Porque isto importa
Em 1974 Portugal era um país isolado, com um império em dissolução e uma economia protegida; em 2014 era um Estado membro da União Europeia, com moeda única, integrado nos mercados mundiais e presente em missões internacionais. Esta ficha explica essa transformação e, ao mesmo tempo, mostra os seus limites: a crise de 2011-2014 expôs a dependência externa, o endividamento e a baixa produtividade que os fundos europeus não resolveram. É a chave para entender debates atuais sobre salários, emigração, fundos europeus e o lugar de Portugal na Europa.
Erros comuns
- Datar a entrada na NATO com a adesão europeia: Portugal é membro fundador desde 1949.
- Confundir PALOP (países africanos) com CPLP (que inclui Portugal, Brasil e Timor-Leste, desde 1996).
- Tratar o euro como se tivesse entrado em circulação em 1999: em 1999 foi criado como moeda escritural; notas e moedas só em 2002.
- Apresentar a integração europeia como um processo sem custos: houve reconversões e perdas em setores tradicionais.
Como usar esta ficha
Imprime as três páginas e resolve sem consultar a revisão. Faz o exercício 3 antes do 5: classificar cada elemento por dimensão é a base para identificar interesses e riscos. No exercício 6, distingue a tese que o discurso defende da realidade que descreve — a multipertenga é uma escolha política, não uma consequência automática. Na correção, confirma sempre o par data + instituição: a maioria dos erros nesta matéria é de atribuição, não de conceito.