Prova Global de História A — Os Três Organizadores (11.º Ano)
Prova global de História A para o 11.º ano, no formato do exame nacional: 12 questões, 24 valores, 120 minutos, organizadas em três grupos — um por organizador. Antigo Regime, impérios e Iluminismo; liberalismo e cidadania; civilização industrial e Portugal periférico. Com soluções completas, critérios de correção, grelha de autoavaliação e orientação para o Exame Nacional de História A (código 623).
O que inclui esta prova
- Grupo I (8 valores): sociedade de ordens e absolutismo, 1649 e 1688-89 com Locke, sistema colonial e Methuen, Iluminismo e despotismo esclarecido
- Grupo II (8 valores): 1820 e vintismo, Constituição de 1822 vs. Carta de 1826, guerra civil e abolição (1836 e 1869), legado e limites da cidadania
- Grupo III (8 valores): fases da industrialização, capitalismo e crise de 1873, classes e questão social, fontismo e crise de 1890-91
- Página de soluções com respostas-modelo para as 12 questões
- Grelha de autoavaliação por grupo, com o recurso a rever em cada caso
- Orientação de estudo a partir do resultado (18+ valores vs. abaixo de 14)
- Espaço de resposta dimensionado para desenvolvimento escrito e espaço de rascunho
Competências que desenvolve
Mobilizar os três organizadores do ano numa única prova, treinar a gestão de tempo em 120 minutos, justificar com datas e conceitos e autoavaliar o resultado para decidir o que rever — a competência de estudo que mais pesa na preparação para exame.
Conteúdo programático
Cobre integralmente as Aprendizagens Essenciais do 11.º ano: «A Europa dos Estados absolutos e a Europa dos parlamentos», «Triunfo dos Estados e dinâmicas económicas nos séculos XVII e XVIII», «O liberalismo: ideologia e revolução» e «A civilização industrial no século XIX». Funciona como fecho da série HIST11 (itens 1 a 23) e como ponte para as provas oficiais do IAVE.
Porque isto importa
Uma prova global não serve para repetir três testes: serve para descobrir como o conhecimento se comporta quando os temas aparecem misturados, que é sempre o que acontece em exame. É aí que se revelam as confusões silenciosas — misturar a cronologia do absolutismo com a do liberalismo, usar «constituição» para a Carta outorgada, explicar a crise de 1873 sem a ligar ao imperialismo. A grelha de autoavaliação transforma o resultado em plano: em vez de rever o ano inteiro, escolhe-se o grupo mais fraco e os recursos indicados. Com 18 ou mais valores, o passo seguinte não é mais fichas — é treinar com provas oficiais, porque a diferença passa a estar no formato e na gestão do tempo.
Erros comuns
- Responder aos três grupos por ordem mas deixar o último sem tempo: reserve pelo menos 25 minutos para o Grupo III.
- Justificar com adjetivos («foi muito importante») em vez de datas, instituições e documentos.
- Confundir o organizador 1 com o 2 na cronologia: 1640-1750 não é 1820-1851.
- Não preencher a autoavaliação — é ela que indica o que estudar a seguir.
Como usar esta prova
Imprime as quatro páginas e resolve tudo de uma vez, com cronómetro de 120 minutos e sem consultar apontamentos. Corrige com as soluções e conta os valores pelos critérios indicados; preenche depois a grelha de autoavaliação. Se ficares abaixo de 14 valores, revê primeiro o organizador mais fraco (fichas e resumo correspondentes) e repete só esse grupo; se ficares em 18 ou mais, passa às provas oficiais na área de Exames Nacionais.