Teste de História A — Organizador 3: Civilização Industrial e Portugal Periférico (11.º Ano)
Teste de História A para o 11.º ano sobre o terceiro organizador: as duas fases da industrialização, o capitalismo industrial e as crises cíclicas, o imperialismo, a sociedade de classes e a questão social, o movimento operário, o Portugal periférico do fontismo à crise de 1890-91 e a cultura finissecular. 10 questões, 20 valores, 90 minutos, com soluções completas e critérios de correção.
O que inclui este teste
- Grupo I (10 valores): duas fases da industrialização, condições do arranque inglês, capitalismo e sociedade anónima, crises cíclicas e 1873, imperialismo e Berlim
- Grupo II (10 valores): classes e questão social, movimento operário e 1848, Rerum Novarum e lei de 1891, fontismo e crise de 1890-91, desenvolvimento escrito sobre cultura finissecular
- Tipologia variada, como em exame: identificação, sequência de processos, comparação e desenvolvimento escrito
- Página de soluções com respostas-modelo para todas as questões
- Critérios de correção explícitos (identificação + justificação)
- Tabela «Se erraste, revê» liga cada questão ao recurso da série
- Lista dos erros mais frequentes nesta matéria e espaço de rascunho
Competências que desenvolve
Explicar processos com sequência causal (causa → mecanismo → consequência), distinguir classes de ordens, caracterizar uma industrialização periférica e relacionar produção cultural com transformações económicas e sociais.
Conteúdo programático
Cobre o organizador 3 das Aprendizagens Essenciais: «A civilização industrial no século XIX» — industrialização, capitalismo, sociedade de classes, movimento operário e cultura — e o caso português entre a Regeneração e 1891. Articula-se com as fichas 9 a 11, o Resumo 3 e a AF de fontes da industrialização.
Porque isto importa
Este organizador é o que mais exige raciocínio de processo, e não memorização de listas: a crise não é acidente, é parte do ciclo; o fontismo não é desenvolvimento sem custos, é modernização por empréstimo; a cultura finissecular não é decoração do século, é resposta a uma sociedade que se urbanizou e industrializou. As questões estão construídas para testar precisamente isso — pedem a sequência, o custo e a relação de causa. A prova permite ainda perceber uma diferença que os manuais nem sempre sublinham: Portugal não falhou a industrialização por atraso cultural, falhou por dependência de capital e tecnologia e por falta de mercado interno, num país rural e analfabeto.
Erros comuns
- Confundir classes com ordens — a classe define-se pela relação com a produção, a ordem pelo nascimento.
- Apresentar o fontismo como desenvolvimento sem custos: foi financiado por dívida externa.
- Dizer que a crise de 1873 atingiu só a indústria: atingiu primeiro os preços agrícolas e só depois os industriais.
- Responder à questão 10 com nomes de correntes sem as relacionar com transformações sociais concretas.
Como usar este teste
Imprime as três páginas e resolve-o sem consultar apontamentos, com 90 minutos cronometrados. Só depois abre as soluções e conta os valores pelos critérios. Usa a tabela «Se erraste, revê» para escolher dois conteúdos e trabalha-os nas fichas correspondentes; repete o teste dois ou três dias depois, sem consultar as soluções, para verificar o que ficou.