Ficha de Biologia e Geologia — Simulação de Deformações: Atividade Laboratorial (11.º Ano)
Atividade laboratorial de Biologia e Geologia do 11.º ano: simulação de deformações — compressão, extensão e cisalhamento com espuma e plasticina em camadas, regimes dúctil/frágil, análise de analogias e escalas (espacial calculada, temporal inexistente) e transferência ao campo.
O que inclui esta atividade
- Alinhada com as AE: simular deformações com identificação de analogias e escalas
- Material: espuma (litosfera/astenosfera), bico de massa em camadas (série sedimentar), tijolos, régua, faca
- Normas de segurança: faca sobre tábua, água morna, não provar a massa, bancada limpa
- 4 ensaios: compressão (dobra → falha), extensão (graben), cisalhamento (offset), régimen (frio vs morno)
- Hipótese antes de executar: tensão → estrutura prevista
- Tratamento: encurtamento e% (ex.: 20 %) e escala espacial (1:200 000, 1:150 000)
- Escala temporal inexistente — a analogia vale para geometria e sequência
- Tabela modelo/real: o que captura vs o que perde
- 6 perguntas de análise, fontes de erro e transferência ao mapa
Competências que desenvolve: Planificar ensaios com variáveis controladas, relacionar tensão com estrutura, calcular escalas e converter unidades, avaliar limitações de modelos e transferir para o campo — raciocínio experimental e geodinâmico das AE.
Conteúdo programático: Domínio «Deformação de rochas» (AE de Biologia e Geologia do 11.º ano) — simulação de deformações (dobras e falhas) com identificação de analogias e escalas; AET: estudos experimentais com variáveis controladas e conversão modelo/real.
Porque isto importa
É a laboratorial que dá o «filme» à ficha 13: as tensões deixam de ser setas num diagrama e passam a ser forças que se aplicam — e a estrutura resulta à frente. O ensaio D (mesma massa fria vs morna) é a demonstração mais elegante do que os textos dizem: o regime (quebra vs flexão) depende do envelope, não só da tensão. O tratamento traz a matemática que as provas adoram (e% e escala 1:150 000) e a frase «escala temporal inexistente» é a lição de honestidade científica que separa analogia de brinquedo. Prepara a ficha 13, os cortes de exame e o campo.
Erros comuns
- Empurrar de um só lado (falta a simetria da compressão real).
- Concluir sem escala na foto (depois não há conversão).
- Dar escala temporal ao modelo (10 s ≠ 10⁷ anos).
- Confundir atrito de bancada com comportamento da rocha.
Como usar esta atividade
Imprime as três páginas e monta as barras de camadas com antecedência. Escreve as previsões (Tabela 1) antes de cada ensaio, fotografas sempre com régua no enquadramento e faz os cálculos de e% e escala depois — a análise e a conclusão (ex. 1–6) são o que se entrega ao professor.