Ficha de Biologia e Geologia — Propriedades de Minerais: Atividade Laboratorial (11.º Ano)
Atividade laboratorial de Biologia e Geologia do 11.º ano: identificar propriedades de minerais — clivagem, cor, dureza e risca — em 8 amostras desconhecidas com escala de Mohs prática, chave dicotómica, HCl na calcite e ligação propriedade/utilidade.
O que inclui esta atividade
- Alinhada com as AE: identificar propriedades de minerais e a sua utilidade prática
- 8 amostras A–H (quartzo, feldspato, biotita, calcite, gesso, halite, pirita, talco)
- Normas de segurança: pó mineral, HCl diluído, vidro e pressão controlada
- Procedimento em 8 passos com ordem não destrutiva (cor → risco → dureza → clivagem → HCl)
- Testes de dureza portáteis: unha (2,5) · moeda (3) · vidro (5,5) · porcelana (6,5)
- Escala de Mohs completa e chave dicotómica das 8 amostras
- Utilidade ligada à propriedade: quartzo/eletrónica, talco/cosmética, halite/sal…
- 6 perguntas de análise, fontes de erro e decisão prática (telhado, janela)
Competências que desenvolve: Executar testes sequenciais e não destrutivos, interpretar observações com chave dicotómica, relacionar estrutura interna com propriedade e justificar usos — identificação sistemática e raciocínio mineralógico.
Conteúdo programático: Domínio «Rochas magmáticas e ciclo das rochas» (AE de Biologia e Geologia do 11.º ano) — procedimentos laboratoriais para identificar propriedades de minerais (clivagem, cor, dureza, risca) e sua utilidade prática; AET: sequência de testes e interpretação de resultados.
Porque isto importa
É a laboratorial que mais se parece com o trabalho real de um geólogo: um kit de bolso (unha, moeda, vidro, porcelana, HCl) identifica oito minerais sem laboratório — e é exatamente o formato que os práticos e provas escritas cobram. A chave dicotómica ensina o método (perguntas em binário), a tabela Mohs dá a referência numérica, e a ligação propriedade → utilidade fecha o raciocínio que a AE pede («porque é que o talco vai para cosmética e o quartzo para eletronica»). Prepara de seguida a AL 20 e 23 (rochas — mesmos critérios em escala maior) e as fichas 12–14.
Erros comuns
- Confundir fratura com clivagem (só clivagem dá planos lisos repetidos).
- Não limpar o quadro de porcelana entre amostras (riscos cruzados).
- Forçar o risco (a pressão falsifica a dureza).
- Usar a superfície alterada da amostra em vez da fratura fresca.
Como usar esta atividade
Imprime as três páginas e leva-as à bancada. Memoriza a tabela Mohs e a ordem dos testes (cor → risco → dureza → clivagem → HCl) antes de começar, preenche a Tabela 1 no local e só depois faz a análise e a conclusão (ex. 1–6) — é o que se entrega ao professor.