Recursos › 12.º Ano›História› Ficha de História A — O Estado Novo no Pós-Guerra e a Oposição (12.º Ano)

Ficha de História A — O Estado Novo no Pós-Guerra e a Oposição (12.º Ano)

12.º Ano📄 FichaHistória 3 páginas

Ficha de História A para o 12.º ano sobre a sobrevivência do Estado Novo depois de 1945: a «democracia orgânica», a entrada na NATO (1949) e na ONU (1955), o imobilismo político, o crescimento económico dos anos 60 e as suas contradições (salários baixos, emigração, analfabetismo), e as formas de oposição — a MUD de 1945, Norton de Matos, Humberto Delgado em 1958 e a crise académica de 1962. 8 exercícios com soluções completas e cronologia essencial.

O que inclui esta ficha

  • Revisão rápida: adaptação externa, cronologia política 1945-1962, crescimento sem redistribuição e frentes da oposição
  • Exercício 1: completar datas-chave (MUD, NATO, ONU, 1958, 1962)
  • Exercício 2: verdadeiro ou falso sobre 1945, NATO, Tarrafal, eleições de 1958 e emigração
  • Exercício 3: ligar elementos — MUD, PIDE, democracia orgânica, emigração, PCP, crise académica
  • Exercício 4: escolha múltipla sobre a sobrevivência do regime, Delgado, emigração e Santa Maria
  • Exercício 5: tabela fator de crescimento / contradição social
  • Exercício 6: interpretação de uma paráfrase de manifesto oposicionista de 1945
  • Exercício 7: desenvolvimento escrito — porque não caiu o regime entre 1945 e 1968?
  • Exercício 8: síntese sobre crescimento económico e fragilidade da oposição

Competências que desenvolve: explicar continuidades políticas em contexto internacional, relacionar crescimento económico e estrutura social, distinguir oposição legal de clandestina e avaliar as condições que tornam possível a mudança de regime.

Conteúdo programático: cobre os primeiros descritores do organizador 2 no tema «Portugal, do autoritarismo à democracia» — imobilismo político e crescimento económico do pós-guerra, ruralidade, migrações internas e externas, e as oposições ao regime — e prepara as fichas do marcelismo, da Guerra Colonial e do 25 de Abril.

Porque isto importa

Este é o período em que Portugal moderniza a economia sem democratizar a política: surgem estradas, indústria, turismo e televisão, ao mesmo tempo que a PIDE prende estudantes e a censura corta jornais. Compreender esta combinação é compreender por que razão a transição portuguesa só aconteceu em 1974, e não em 1945 — quando a Europa derrotava os regimes autoritários. Também explica um traço duradouro do país: o peso da emigração e das remessas, e o desequilíbrio entre litoral urbano e interior despovoado.

Erros comuns

  • Dizer que o regime caiu «com a vitória dos Aliados»: sobreviveu e adaptou-se — foi a Guerra-Fria que o salvou.
  • Confundir MUD (1945) com candidaturas presidenciais (1949, 1958): são frentes e momentos diferentes.
  • Apresentar o crescimento dos anos 60 como melhoria geral: houve emprego e mobilidade, mas salários baixos e desigualdades persistentes.
  • Esquecer a censura e a PIDE ao explicar a fraqueza da oposição: sem repressão, o quadro seria outro.

Como usar esta ficha

Imprime as três páginas e resolve sem consultar a revisão. Faz o exercício 5 primeiro: a tabela obriga-te a juntar economia e sociedade, que é o que o exercício 7 exige. No exercício 6, repara que o manifesto de 1945 pede apenas liberdades formais — e que foi precisamente aí que o regime fechou. Na correção, verifica se cada oposição aparece com o seu método (legal, clandestino, social) e não apenas com nomes.

Explorar mais recursos

Recursos relacionados