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Ficha de História A — A Guerra Civil de Espanha (1936-1939) (12.º Ano)

12.º Ano📄 FichaHistória 3 páginas

Ficha de História A para o 12.º ano sobre a Guerra Civil de Espanha: a II República e a sua divisão, o golpe militar de julho de 1936, os dois campos em conflito, a intervenção alemã e italiana, a não intervenção falhada, o apoio de Salazar a Franco e o significado do conflito como antecâmara da II Guerra Mundial. 8 exercícios com soluções completas e cronologia essencial.

O que inclui esta ficha

  • Revisão rápida: da II República à guerra, os dois campos, a diplomacia falhada, Portugal e o balanço
  • Exercício 1: completar datas-chave (1931, 1936, 1939, 1975)
  • Exercício 2: verdadeiro ou falso sobre o golpe, os campos, a não intervenção e Portugal
  • Exercício 3: ligar elementos — Falange, Brigadas Internacionais, Legião Condor, CNT, não intervenção, apaziguamento
  • Exercício 4: escolha múltipla sobre o contexto, Guernica, o apoio soviético e a vitória de Franco
  • Exercício 5: tabela comparativa dos dois campos (apoios externos, fragilidades)
  • Exercício 6: interpretação de uma paráfrase de cartaz republicano de 1936
  • Exercício 7: desenvolvimento escrito — a antecâmara da II Guerra
  • Exercício 8: síntese sobre o fracasso da não intervenção

Competências que desenvolve: situar um conflito no sistema internacional dos anos 30, comparar campos em presença, interpretar propaganda visual e escrita, relacionar política interna e diplomacia europeia e argumentar sobre continuidades entre conflitos.

Conteúdo programático: cobre o tema «O degradar das relações internacionais» do organizador 1 — a Guerra Civil de Espanha como momento de agudização das tensões ideológicas e como ensaio da guerra mundial — e liga-se diretamente às fichas dos totalitarismos, do Estado Novo e da bipolaridade que se segue ao conflito.

Porque isto importa

Espanha, 1936, é o laboratório da Europa: aviação a bombardear cidades, brigadas estrangeiras, propaganda de massa e potências a testar armas em território alheio. Perceber porque é que a não intervenção falhou é perceber a lógica do apaziguamento que levou a Munique e a setembro de 1939. Para Portugal, o tema é duplamente próximo: o regime de Salazar apoiou Franco e sobreviveu décadas a essa aliança, e muitos republicanos espanhóis passaram por território português. É, por isso, um dos pontos do programa em que a história nacional e a história europeia se cruzam de forma mais visível.

Erros comuns

  • Tratar a guerra como um conflito «entre Espanha e Espanha»: foi internacionalizada desde o primeiro mês, com armas, tropas e dinheiro estrangeiros.
  • Apresentar os dois campos como blocos homogéneos: havia anarquistas contra comunistas na República e carlistas contra falangistas entre os nacionalistas.
  • Dizer que a não intervenção «funcionou durante algum tempo»: nunca foi cumprida pelas potências que mais armas enviaram.
  • Esquecer Portugal: o apoio logístico e diplomático de Salazar é conteúdo avaliável e raramente aparece nas respostas.

Como usar esta ficha

Imprime as três páginas e resolve sem consultar a revisão. Começa pelo exercício 5: a tabela dá-te o esqueleto do conflito e evita que o exercício 7 se transforme numa lista de nomes. No exercício 6, repara que a linguagem do cartaz («não passarão») constrói o adversário antes de o descrever. Na correção, verifica se distingues causa interna (República dividida) de dimensão internacional (intervenção e não intervenção) — a resposta completa tem sempre as duas.

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