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Ficha de História A — A 1.ª República em Crise e o 28 de Maio de 1926 (12.º Ano)

12.º Ano📄 FichaHistória 3 páginas

Ficha de História A para o 12.º ano sobre a falência da 1.ª República e a implantação do regime autoritário: a República de 1910 e a Constituição de 1911, a laicização e o conflito com a Igreja, a instabilidade governativa, a participação na Grande Guerra, o sidonismo, a inflação dos anos 20 e o movimento militar de 28 de maio de 1926. 8 exercícios com soluções completas e cronologia essencial.

O que inclui esta ficha

  • Revisão rápida: os dezasseis anos da República, momento a momento, e as quatro dimensões da crise
  • Exercício 1: completar datas-chave (1910, 1911, 1916, 1917, 1926)
  • Exercício 2: verdadeiro ou falso sobre Constituição de 1911, laicização, guerra e Estado Novo
  • Exercício 3: ligar conceitos — laicização, CEP, sidonismo, ditadura militar, Estado Novo, inflação
  • Exercício 4: escolha múltipla sobre instabilidade, conflito religioso, sidonismo e 1928
  • Exercício 5: tabela de condicionalismos (políticos, económicos, sociais) e consequências
  • Exercício 6: interpretação de uma paráfrase da proclamação do 28 de maio de 1926
  • Exercício 7: desenvolvimento escrito — a República caiu pela política ou pela economia?
  • Exercício 8: síntese sobre a passagem da ditadura militar ao Estado Novo

Competências que desenvolve: identificar condicionalismos e hierarquizá-los, articular fatores políticos, económicos e sociais numa explicação, interpretar um discurso político em contexto e argumentar com refutação da tese contrária.

Conteúdo programático: cobre o descritor do tema «Portugal no primeiro pós-guerra» — identificar os condicionalismos que conduziram à falência da 1.ª República e à implantação de um regime autoritário — e prepara a ficha seguinte, dedicada ao Estado Novo como regime consolidado (1933-1974).

Porque isto importa

A 1.ª República é o laboratório português das democracias frágeis do entreguerras: um regime formalmente democrático que caiu em dezasseis anos, sem golpe estrangeiro e sem guerra civil, por acumulação de crise política, económica e social. Perceber como isso aconteceu é o que permite explicar, mais tarde, porque é que o 25 de Abril de 1974 não repetiu o erro — e porque é que a estabilidade democrática exige partidos, sindicatos e instituições que a sustentem. Também é aqui que se aprende a distinguir ditadura militar (1926-1933) de Estado Novo (1933-1974): a primeira foi provisória e sem doutrina, o segundo foi um regime institucionalizado.

Erros comuns

  • Dizer que «a República caiu em 1926 por causa do 28 de maio» — o movimento foi o desfecho, não a causa: as causas acumularam-se desde 1910.
  • Confundir o sidonismo (1917-1918) com o Estado Novo: Sidónio foi um interregno presidencialista, sem corporativismo nem partido único.
  • Esquecer a guerra: sem 1916-1918 não se explica a inflação, a despesa e o descrédito militar do regime.
  • Apresentar uma só dimensão da crise: os critérios de avaliação exigem a articulação entre política, economia e sociedade.

Como usar esta ficha

Imprime as três páginas e resolve sem consultar a revisão. Faz o exercício 5 antes do 7: a tabela obriga-te a organizar os fatores, e o desenvolvimento só corre bem depois disso. No exercício 6, sublinha no texto da fonte os três verbos de ação («restabelecer», «disciplinar», «combater») — é por aí que se vê o programa político. Na correção, confirma se cada afirmação tua tem fator + mecanismo + consequência; respostas que só listam fatores ficam a meio dos critérios.

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