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Ficha de História A — A Revolução de 1820 e o Liberalismo, 1820-1834 (11.º Ano)

11.º Ano📄 FichaHistória 3 páginas

Ficha de História A para o 11.º ano sobre a revolução de 1820 e a implantação do liberalismo em Portugal (1820-1834): o projeto vintista e a Constituição de 1822, a Carta Constitucional de 1826 e o poder moderador, a resistência absolutista (Vilafrancada, Abrilada, usurpação de D. Miguel) e a guerra civil de 1832-1834 até à Convenção de Évora-Monte. 8 exercícios e soluções.

O que inclui esta ficha

  • A revolução liberal do Porto (24 de agosto de 1820) e as Cortes constituintes
  • Constituição de 1822: soberania nacional, uma câmara, sufrágio censitário
  • Carta Constitucional de 1826: texto outorgado, duas câmaras, poder moderador
  • Resistência absolutista: Vilafrancada (1823) e Abrilada (1824)
  • Usurpação de D. Miguel (1828-1834) e guerra civil
  • Mindelo (1832), cerco do Porto e Convenção de Évora-Monte (1834)
  • 8 exercícios de tipo diversificado, com soluções completas

Competências que desenvolve: Comparar projetos constitucionais quanto à origem e à titularidade da soberania, ordenar cronologicamente acontecimentos do processo liberal e explicar as dificuldades de implantação de uma ordem política nova.

Conteúdo programático: Tema «A revolução liberal portuguesa»: identificar as dificuldades de implantação da ordem liberal em Portugal entre 1820 e 1834, relacionando a Constituição de 1822 e a Carta Constitucional de 1826 com as correntes vintista e cartista; aplicar os conceitos carta constitucional, vintismo e cartismo.

Porque isto importa

Este é o tema que explica porque é que Portugal entra no século XIX a combater-se a si próprio. A revolução de 1820 não instaurou o liberalismo: abriu um conflito de catorze anos, com duas constituições rivais, duas legitimidades em disputa e uma guerra civil. Perceber a diferença entre vintismo e cartismo é mais do que decorar datas — é perceber que ambos queriam liberdades e representação, mas discordavam em quem é o titular originário do poder: a nação ou o rei. Esse desacordo vai organizar a política portuguesa até 1910, e é a razão pela qual a ficha seguinte (legado do liberalismo e cidadania) começa exatamente onde esta termina.

Erros comuns

  • Dizer que a Carta de 1826 foi votada pelas Cortes — foi outorgada por D. Pedro IV.
  • Confundir Vilafrancada (1823) com Abrilada (1824): ambas absolutistas, a segunda mais radical e fracassada.
  • Chamar «rei constitucional» a D. Miguel — governou como absolutista, contra a Carta e contra os direitos de D. Maria II.
  • Descrever o sufrágio de 1822 como universal: era censitário e indireto.

Como usar esta ficha

Imprime a ficha e resolve os exercícios sem consultar as soluções. Só depois de terminar compara as respostas com as soluções incluídas no final do PDF — é nessa comparação que se identifica o que ainda precisa de revisão. Se um exercício ficar errado, vale a pena voltar à matéria correspondente antes de avançar.

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