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Ficha de História A — Mercantilismo e Impérios Coloniais (11.º Ano)

11.º Ano📄 FichaHistória 3 páginas

Ficha de História A para o 11.º ano sobre o mercantilismo e os impérios coloniais: a doutrina da balança comercial favorável, os seus instrumentos (protecionismo, exclusivo colonial, companhias monopolistas), o comércio triangular e o tráfico negreiro, e o modo como a posse de impérios alterou o equilíbrio de poderes entre Estados — 8 exercícios e soluções.

O que inclui esta ficha

  • A doutrina mercantilista: balança comercial favorável e acumulação de metais preciosos
  • Instrumentos: protecionismo, exclusivo colonial, companhias monopolistas
  • O comércio triangular e o tráfico negreiro como peças do circuito atlântico
  • Império e equilíbrio de poderes: Vestefália (1648), Methuen (1703), Utrecht (1713), guerra dos Sete Anos (1756-1763)
  • Portugal no sistema: império atlântico, açúcar, tabaco e ouro
  • Tabela comparativa dos impérios português, espanhol e britânico
  • 8 exercícios de tipo diversificado, com soluções completas

Competências que desenvolve: Relacionar economia e política externa, identificar práticas mercantilistas em situações históricas, interpretar o comércio colonial como sistema e avaliar criticamente o significado de um indicador económico como a balança comercial.

Conteúdo programático: Organizador «A Europa nos séculos XVII e XVIII — sociedade, poder e dinâmicas coloniais», tema «Triunfo dos Estados e dinâmicas económicas nos séculos XVII e XVIII»: relacionar o equilíbrio político internacional com o domínio de espaços coloniais e reconhecer nas práticas mercantilistas modos de afirmação das economias nacionais; aplicar os conceitos capitalismo comercial, protecionismo, mercantilismo, balança comercial, exclusivo colonial, companhia monopolista, comércio triangular e tráfico negreiro.

Porque isto importa

O mercantilismo é a primeira tentativa sistemática de pensar a economia como instrumento de poder — e é por isso que aparece antes do liberalismo económico no programa. Compreender o exclusivo colonial e as companhias monopolistas permite explicar, sem decorar, uma época inteira de guerras: quem fecha um império gera contrabando, e quem quer entrar nele faz guerra. É também o tema onde se aprende a ler um indicador com desconfiança: uma balança comercial favorável não é sinónimo de riqueza, e a diferença entre o que o indicador mede e o que a economia vale é uma questão de exame. Finalmente, o tráfico negreiro obriga a tratar a economia como ela foi — com violência incluída, e com números que só valem quando têm fonte.

Erros comuns

  • Definir mercantilismo como «livre comércio» — é o oposto: protecionismo e exclusivo.
  • Confundir exclusivo colonial (reserva do comércio à metrópole) com monopólio de uma companhia (privilégio dado a uma sociedade).
  • Descrever o comércio triangular como simples troca de mercadorias, apagando o transporte forçado de pessoas.
  • Apresentar números do tráfico sem fonte, período ou base de dados — as estimativas variam e devem ser atribuídas.

Como usar esta ficha

Imprime a ficha e resolve os exercícios sem consultar as soluções. Só depois de terminar compara as respostas com as soluções incluídas no final do PDF — é nessa comparação que se identifica o que ainda precisa de revisão. Se um exercício ficar errado, vale a pena voltar à matéria correspondente antes de avançar.

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